O público de uma RPV e também de um precatório é bem grande. Haja Maracanã lotado para chegar à soma de pessoas que aguardam o recebimento de seus créditos.
O que vamos apresentar aqui são as categorias incluídas nesse recebimento.
Vamos fazer uma lista para você acompanhar cada detalhe
Beneficiários do INSS
Esse é, sem discussão, o grupo mais numeroso. As ações previdenciárias despejam RPVs e precatórios na Justiça o tempo inteiro. Grande parte disso acontece porque o INSS não dá conta da própria demanda. O cidadão pede um benefício, apresenta documentos, cumpre requisitos, mas a resposta que recebe é negativa, incompleta ou simplesmente injusta.
Quando isso acontece, a Justiça vira uma espécie de balcão paralelo para resolver aquilo que o INSS não fez. E aí começa a novela judicial: perícia, recursos, espera. Quando finalmente sai a sentença favorável ao beneficiário, o valor atrasado precisa ser pago.
Se o INSS tivesse analisado corretamente lá atrás, nada disso viraria crédito judicial. Mas como não quitou e não deu o respaldo necessário no atendimento administrativo, o débito acaba virando RPV ou precatório, dependendo do valor.
Se você quiser entender melhor esse cenário, vale conferir este conteúdo:
Processo contra o INSS: por que desafia tanto a Justiça?
Quando finalmente sai a sentença favorável ao beneficiário, o valor atrasado precisa ser pago, normalmente por meio de RPV ou precatório, conforme o montante.
RPV do INSS: atualização de valores e processos
Servidor público Federal, Estadual e Municipal
O servidor entra nessa fila por um motivo simples: o governo erra. Erra cálculo de salário, ignora progressões, atrasa gratificações, corta benefícios sem explicação. O servidor questiona, abre requerimento, pede revisão. Nada é resolvido.
Sem alternativa, ele leva o caso para a Justiça. E lá começa a mesma rotina desgastante: processo, documentos, perícias, recursos. Quando o juiz reconhece o direito, o valor devido já virou uma bola de neve acumulada ao longo dos anos. Essa diferença, que deveria ter sido paga administrativamente, acaba transformada em RPV ou precatório.
Empresas que prestaram serviço ao governo
A história das empresas é ainda mais direta. Elas entregam obra, serviço, produto. Assinam contrato, cumprem prazos, pagam funcionários. O que não chega é o pagamento do governo. A empresa tenta negociar, protocola cobrança, apresenta notas fiscais. Nada anda.
O processo vira a única saída. Anos depois, o Judiciário confirma: o governo realmente ficou devendo. E aquele valor empresarial, que deveria ter sido recebido no fluxo normal da operação, se transforma em um precatório de respeito.
Pessoas que sofreram danos causados pelo Estado
Aqui estão cidadãos que tiveram bens destruídos, carros danificados, casas invadidas de forma irregular ou qualquer prejuízo direto provocado pelo poder público. Eles tentam resolver administrativamente, buscam reparação, pedem avaliação. E o que recebem é silêncio.
A Justiça entra em cena para reconhecer o dano. Quando a indenização é finalmente autorizada, ela entra no regime de precatórios e RPVs. Tudo porque o Estado não se responsabilizou no momento em que deveria.
Precatório e RPV: Herdeiros de quem ganhou o processo
Os herdeiros entram nessa história quando alguém que já tinha direito ao recebimento falece antes de receber o RPV ou o precatório. É mais comum do que parece. A pessoa passou anos na Justiça, ganhou, mas a liberação do pagamento não chegou a tempo.
Quando isso acontece, os familiares precisam assumir o processo. Eles apresentam inventário, documentos, comprovam vínculo e mostram que aquele crédito fazia parte do patrimônio do falecido. Só depois dessa etapa é que o processo segue seu caminho normal para pagamento.
O motivo de esse público gerar precatório ou RPV é simples. O direito já existia, já tinha sido reconhecido, mas o titular não viveu o suficiente para ver o dinheiro cair na conta. A dívida permanece, e a Justiça transfere o direito para os herdeiros, que passam a ocupar o lugar do beneficiário na fila de pagamento.
É uma situação que mistura burocracia com um fundo emocional pesado, porque ninguém quer lidar com papéis enquanto lida com luto. Mesmo assim, o Estado só paga quando tudo está formalizado, e aí o crédito segue as mesmas regras de qualquer outro: cai na ordem de precatórios e RPVs.
Quem compra RPV e Precatório?
A compra de RPV e precatório é realizada por empresas e estruturas financeiras legalmente habilitadas para a cessão de créditos judiciais. Esses compradores assumem o direito de receber o valor no futuro, enquanto o titular recebe o pagamento à vista.
Os principais compradores de RPV e precatório são:
- Empresas especializadas na compra de créditos judiciais
Atuam exclusivamente com cessão de crédito de RPV e precatório, fazem a análise jurídica do processo e pagam o valor de forma antecipada ao beneficiário. - Instituições financeiras estruturadas para direitos creditórios
Utilizam capital próprio ou estruturas financeiras específicas para adquirir RPVs e precatórios federais. - Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs)
Compram RPVs e precatórios como ativos financeiros, respeitando as normas legais e regulatórias do mercado. - Grupos jurídico-financeiros especializados
Estruturas que unem análise jurídica e capacidade financeira para comprar créditos judiciais com segurança jurídica.
Em todos os casos, a operação ocorre por meio da cessão de crédito, prevista em lei, com contrato formal e comunicação ao processo judicial.
Empresa confiável que compra RPV e Precatório
Quando o assunto é empresa confiável que compra RPV e precatório, o LCbank é uma das referências no mercado de antecipação de créditos judiciais federais.
O LCbank atua exclusivamente na compra de RPVs e precatórios federais, por meio da cessão de crédito prevista em lei. Isso significa que a empresa compra o direito de recebimento do crédito judicial e o titular recebe o valor à vista, sem precisar aguardar o pagamento do governo.
Um dos principais diferenciais do LCbank é a estrutura jurídica própria, que permite analisar cada processo com profundidade, verificar a segurança do crédito e apresentar uma proposta clara e objetiva. Todo o processo é feito de forma digital, com atendimento humano e acompanhamento direto, desde a análise até a liberação do pagamento.
Após a assinatura do contrato de cessão, o LCbank realiza o pagamento de forma rápida, normalmente via Pix, trazendo previsibilidade financeira para quem não quer ficar preso à fila ou ao calendário do poder público. A empresa atende beneficiários do INSS, servidores públicos federais, aposentados, pensionistas, advogados e herdeiros de créditos judiciais.
Além disso, o LCbank assume integralmente o risco e o tempo de espera pelo pagamento do governo. O titular do crédito não precisa oferecer garantias, não passa por análise de score e não contrata empréstimo. Trata-se da venda do crédito judicial, com segurança jurídica e transparência em todas as etapas.
Por isso, ao buscar quem compra RPV ou precatório com confiança, é fundamental optar por empresas especializadas, com histórico, estrutura jurídica e atuação focada exclusivamente em créditos judiciais federais, como o LCbank.
Quer saber se você já pode vender uma RPV ou precatório?
Verifique os detalhes do seu processo, acompanhe o andamento e entenda se o seu crédito já está apto para recebimento ou antecipação.
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